Veja mais sobre Livros Infantis, Cordel Tataritaritatá, 30 Anos de Arte Cidadã, Agenda e a respeito
das consultas presenciais e online para TCC.
Domingo, Abril 29, 2012
Sábado, Abril 21, 2012
IRINA COSTA
IRINA COSTA – Conheci Irina Costa por intermédio da amiga
Cidinha Madeiro. Enquanto ela concorria num festival de música internacional, a
Cidinha incentivava a gente a vontar e conhecer o trabalho dela. E como tudo
que vem de Cidinha é bão demais, depois conheci pessoalmente a angolana
radicada em Maceió, dona duma voz das mais maravilhosas. Estreitamos a amizade
com a criação da Cooperativa da Música de Alagoas (Comusa), onde ela faz parte
da direção. E mais conheci seus trabalho por meio da Educativa FM e dos shows
que tive oportunidade de presenciar.
Para quem não conhece esse talento musical das Alagoas, informo
que Irina Costa venceu o Lusavox, se apresentando no canal RTPi para mais de
141 países. Participou de diversos projetos, entre eles, Mulheres que dizem
sim, Outubro ou nada, O livro das emergências, entre outros. Para conhecer
melhor, acesse o site Irina Costa e seu perfil no MySpace.
Veja mais sobre Livros Infantis, do Cordel Tataritaritatá e sobre
consultas presenciais e online para TCC.
Terça-feira, Março 27, 2012
Quarta-feira, Março 21, 2012
Sábado, Fevereiro 04, 2012
SHOW TATARITARITATÁ PÉ-DE-SERRA
TATARITARITATÁ: SHOW PÉ-DE-SERRA – Show poético-musical reunindo xotes, baiões e forrós levando
no ritmo da sanfona, zabumba & triângulo.
TATARITARITATÁ:
SHOW DE LUIZ ALBERTO MACHADO & TRIO PÉ-DE-SERRA. Contato: 82 8845.4611 /
96064436
Veja
o repertório no Tataritaritatá e mais na Agenda.
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
KIKO CONTINENTINO: 85 ANOS DE TOM JOBIM
KIKO CONTINENTINO: 85 ANOS DE TOM JOBIM - 25
de Janeiro de 2012 KIKO CONTINENTINO celebra 85 anos de TOM JOBIM Uma noite
jobineana pra lá de especial. Há exatos 5 anos após antológico (e supra-lotado)
show realizado no DRINK CAFÉ da Lagoa (Parque dos Patins), o
pianista-compositor mineiro retorna ao mesmo local para homenagear um dos
principais compositores do século XX, bem a seu estilo: dessa vez, para cada um
dos 85 anos do nosso querido maestro soberano, será tocada uma composição do
homenageado. Oitenta e cinco, no total! Ao longo de 4 sets (de aproximadamente
uma hora cada), Continentino terá o apoio de muitos convidados especiais. 5
anos atrás, as canjas luxuosas foram: Os Cariocas, Nelson Ângelo, Pery Ribeiro,
Chico Batera, Muiza Adnet, Paschoal Meirelles, entre mais de 20 convidados. Desta
feita, muitas surpresas poderão acontecer. O Rio de Janeiro está convidado a
prestigiar - na homenagem de Kiko Continentino, um de seus mais célebres e
talentosos filhos: Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim. O show tem hora
marcada pra começar: 20hs; mas seu término se dará apenas depois da 85ª música
- naturalmente uma obra-prima, como todas de Jobim. SERVIÇO: KIKO CONTINENTINO
toca 85 músicas no aniversário de TOM JOBIM DRINK CAFÉ da LAGOA Avenida Borges
de Medeiros, s/nº, Parque dos Patins, Quiosque nº 5. Rio de Janeiro.(local do
antigo Tívoli Parque da Lagoa) / Reservas: 21 2239-4136 Couvert artístico:
R$10,00. Confira o talento de Kiko Continentino no MySpace.
Sábado, Janeiro 14, 2012
DESNORTEIO
DESNORTEIO
(letra
e música de Luiz Alberto Machado)
Na minha vida eu levei
muita pancada
Foi bordoada de quase
rachar no meio
No desenfreio alinhei
todo viés
Escapei de revestrés e ajeitar
o desnorteio
No aperreio eu passei
toda desdita
Fiz de premio pra
conquista o que ganhei no pisoteio
Mas pra que tanta se
apenas uma basta
Quanto mais a vida
arrasta mais se aprende a lição
Eu vou menino e piso
bredo nas manobras
Vai que um dia a sorte
sobra
Pra aprumar a direção.
Eu dei topada, levei
tombo e ralei mais
No ademais muita asneira
no passeio
E no recreio da maior
das presepadas
Fui gaiato nas quebradas
fiz vergonha sem ter freio
Pra cabeceio só queria
era abafar
E a mulherada se achegar
pra viver no meu rodeio
Hoje aprendi que na vida
tudo prova
Não tem corcova que agüente
a danação
Não dá mais não, ser roto
do esfarrapado
Ou sujo do malavado, ser
jeitoso sabidão
Ser outro então com a
paz de responsável
Cultivando o sustentável
modo de ser cidadão
Segunda-feira, Janeiro 09, 2012
BRUNO VINCI
BRUNO VINCI – Era
eu menino quando curtia por horas meu pai ao violão solfejando as músicas de
Dilermando Reis ou escutando os discos com participações do Dino das 7 cordas.
Sempre fui fascinado pelo toque de um violão.
Na adolescência, levado pelas mãos do poetamigo
Afonso Paulo Lins, ficava curtindo tardes inteiras as violadas de Heitor
Villa-Lobos. Por causa disso, logo me acheguei aos talentos de Laurindo
Almeida, Baden Powell, Paulinho Nogueira, Egberto Gismonti, Turíbio Santos,
João Pernambuco, Paulo Bellinati, Canhoto da Paraiba, Raphael Rabelo e
Sebastião Tapajós, entre outros.
Essas audições me levaram a estudar no
Conservatório de Música de Pernambuco, interrompido drasticamente por um
atropelamento que fui vítima no cruzamento da Avenida Pinheiros com a Rua
Arquiteto Luiz Nunes, no bairro da Imbiribeira, onde eu morava. Nunca mais
voltei aos estudos e lamento muito não ter aprendido a tocar violão como
gostaria.
Hoje me restrinjo às audições dos já mencionados
e de Yamandu Costa, Heitor Pereira, Guinga e Zezo Ribeiro.
Navegando sempre pela rede, tive a grata
satisfação de agora conhecer o talento do músico, compositor e professor Bruno Vinci.
Ele é formado em violão popular pela Universidade do Vale do Rio Verde e
técnico em música pelo Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre (MG). O
currículo dele compreende aulas com Luizinho 7 Cordas, Alessandro Penezi e
aulas de harmonia com Pollaco. Como músico tocou com Toninho Horta, Claudio
Nucci, Fernando Brant, Lô Borges, Tavinho Moura e Marcio Borges. Participou dos
projetos do Grupo Vocal Cantus Quatro, do trio instumental Queijo com Goiabada,
da Orquestra de Violôes do Conservatório de Pouso Alegre e da cantora
paranaense Fernanda Brito.
O seu talento pode ser conferido no seu blog
Bruno Vinci e no seu canal do YouTube. Confira, recomendo.
Veja mais na Agenda.
Sábado, Janeiro 07, 2012
EEK - FANTASIA DO EQUILIBRISTA
EEK,
O SOM ARRETADO DE ALAGOAS - Perambulando pelas ruas de Maceió, vez em quando eu
ouvia a moçada dizer num sei que lá iq. Iq? Não. Eek de rato? Interjeição ou
advérbio? Nada disso. Uma onomatopéia americana? Eita! Era mesmo: “E que som
legal”, como o criador dissera no sexto dia da gênese. Ah, era mesmo Eek. Aí, primeiro
pensei que era o povo achegado a uma viajada pro Alaska. Não, não era. Os curtidores
do jamaicano do reggae? Hum. Não. Tratavam daquele gato roxo do Bill Kopp ou
daquela e-newsletter do Kuwait? Da obra daquele designer holandês ou da moeda
da Estônia? Um carro da Chrysler ou do Partido dos Trabalhadores da Grécia? Da Escola
de Engenharia Kennedy ou da revista do Departamento de Recursos Naturais de Wisconsin?
Nada disso. Que droga é nove? Depois de muito pelejar foi que entendi: era a
banda Eek, o som arretado de Alagoas.
Pelo
visto não fora nada pacífico desvelar esse mistério, só revelado mesmo com a
“Fantasia do equilibrista”. Isso mesmo.
De
primeira, Contando as horas: “[...] e
perco as horas. Eu não vou mais dormir em vão. Não vou mais matar o tempo para
não morrer...”. Arretado, um rock-pop agradável com levada de bluejazz na
abertura e um tacundum diferenciado das bandas usuais do gênero. Nesse caso, a
primeira impressão é a que fica. E a deles, das boas mesmo.
Depois,
vem a definição da personalidade múltipla da banda com tons e ritmos que se
revestem pela carga de influências do melhor que já foi produzido na música
alternativa, até chegar na sacada: “Quis
minha vida mudar, mas não pude escolher o destino [...] Hoje larguei minhas patas no chão e sorri da
minha vida de cão...”. Era “Minha vida de cão” que remeteu agradavelmente
às belíssimas melodias dos Beatles, Yes, Tears For Fears e com pitadas grunge
da mais legal performance do Nirvana. E para quem já curtiu desde Rita Lee,
Casa das Máquinas, passando por Led Zeppelin, Dire Straits, Jetro Tull, Pink
Floyd até Jamiroquai e Mangue Beat, o som dos meninos é mesmo legal demais.
Logo
em seguida, uma balada com marca audivelmente aprazível e versos como: “Carrego o tempo no olhar [...] Carrego o tempo no meu bolso e o esqueço
antes de dormir...”.
Deixei
embevecido o som rolar e me deparei com: “[...] A onda levou o bilhete que eu escrevi... tudo tem seu fim!”. Agucei
melhor o ouvido e: “[...] O tempo do
verbo mudou [...] Que o tempo e o
medo tornaram-se amigos desde então...”. E mais me surpreendi com: “Eu quis evitar sujar as mãos com palavras e
gestos [...] Sozinho o meu
travesseiro parece maior...”. E mais e mais: “[...] Eu sinto o sabor do passado a cada novo dia que nasce: o amanhã sem a
vocação pra ser ontem... o solado gasto do meu sapato, o fluxo contínuo do
tempo: os calendários sempre perdem a sua função”. Até finalizar a audição com:
“[...] Alguem tem sempre de se ferir...
alguém sempre está só”.
Nossa,
o som dos meninos é mesmo muito legal. E me amarrei e conferi: Banda Eek.
BANDA
EEK – Foi quando naveguei pelo site oficial e o blog da banda EEk, bem como
pelo perfil deles no MySpace, na Trama, no YouTube e na Conexão Vivo que fiquei
sabendo que a nomeação do grupo surgiu duma brincadeira experimental de fonemas
e letras, ou como eles mesmo dizem: “[...] ela
se chama Eek, por um simples capricho da fonética e da estética! Esse nome não
tem nenhum significado, não é sigla de nada e nem faz alusão a nenhum
personagem ou coisa. É um nome surgido do mero acaso, quando as idéias de nomes
para uma banda cessaram e as onomatopéias começaram a surgir. Foi uma idéia da
língua em combinação com os olhos, porque o nome é legal de se falar (íqui) e é
legal de se ver (Eek), assim com os dois Es [...] O nome é uma "obra aberta": ele pode significar várias coisas
ao mesmo tempo e pode, também, mudar seus significados com o passar dos tempos;
é um signo e no universo dos signos, nós seguimos brincando com os seus
significados”. Logo vi que esses meninos não são besta nada. Sabidos, no
bom sentido.
Tudo
começou quando os integrantes da banda de punck-rock alagoana, Sr. Miagy, foi
pro saco. Três deles se juntaram a um quarto convidado e criaram a Eek: Diogo
Braz, Christophe Lima, Leo Tarja-Preta e Wagner Sampaio.
O
ritmo que eles tocam? Eles mesmos respondem: “Bem, somos contra rótulos. Concordamos que a Eek é uma banda de
rock e isso já basta como rótulo, pois às vezes tocamos Reggae, às vezes
tocamos música psicodélica, funk, às vezes tocamos mais pesado, outras mais
leves... enfim, podemos tocar o que quisermos sem deixarmos de ser uma banda de
rock”.
Tudo
muito bom. Destaque pro jovem promissor Diogo Braz que é o autor de todas as
letras e músicas do álbum “Fantasia de equilibrista”, responsável pela voz e
guitarra na banda, jornalista por formação e que trabalha no Instituto Zumbi
dos Palmares (IZP). E com um detalhe mais: é gente boa, menino bom. Ele atua ao
lado do baterista Christophe Lima, da guitarra solo e violão de Wagner Sampaio,
e do baixo do Leo Tarja Preta. Esse o quarteto que brilha no cenário da música
alagoana mais arretada!! Contatos com eles pelo site e blog da banda, ou pelo
fome 82.9972;2058 ou, ainda, pelo mail eek_banda@yahoo.com.br.
Veja mais na Agenda.
Domingo, Janeiro 01, 2012
Segunda-feira, Dezembro 19, 2011
TAVITO
TAVITO – É com grande prazer e satisfação que
trago aqui essa figura maravilhosa que é o Tavito. À guisa apenas de
informação, o músico e compositor mineiro Luis Otavio de Melo Carvalho, é um
dos nomes mais importante da música brasileira das últimas décadas. Ele
participou do legendário Som Imaginário que reunia além dele, músicos como
Wagner Tiso, Luiz Alves, Robertinho Silva, Fredera, Naná Vasconcelos e Zé
Rodrix. Participou da geração de Milton Nascimento ao lado de Nelson Angelo,
Toninho Horta e Tavinho Moura. Tocou também com Vinicius de Morais nos anos 60.
Depois produziu discos de Renato Teixeira, Marcos Valle, Selma Reis e Sá &
Guarabira, além de atuar como arranjador e publicitário. Ele gravou diversos
discos, destacando-se o “Tudo”, lançado em 2009, e é autor de várias músicas,
entre elas os sucessos Rua Ramalhete e da famosíssima Casa no Campo, feita em
parceira com o memorável Zé Rodrix. Na última quinta, dia 15 de dezembro, tive
a honra de tê-lo participando inclusive com uma canja com seus sucessos, da
homenagem que me foi feita na Sopa de Letrinhas – O Sarau do Caiubi, no Bagaça
em São Paulo.
Confira
o talento dele no site Tavito, no blog Tudo Tavito, no MySpace e no Clube Caiubi de Compositores.
E
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da HomeLAM e os clipes do show
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TECO SEADE
Sou terra índia velha feiticeira abrindo o
ventre e parindo o chão. Pegadas novas na estrada velha. Vou tatuando a poeira
do chão. Mato a sede com a passarada molhando a alma num riachão. Saudade brota
sob a lua cheia, sou cantador por profissão.
TECO SEADE
- Tenho me ressentido muito da
falta de tempo que a gente tem para ouvir, ver ou prestigiar tanta coisa boa
que desabrocha espoucando aqui, ali, acolá ou alhures por aí. Não me perdôo por
isso, mesmo me mantendo em pesquisas constantes por descoberta de gente boa na
poesia, na música, no teatro, enfim, nas artes. Estou sempre futucando e
navegando na rede sempre em busca de conhecer talentos e, com certeza, tenho me
maravilhado com muita coisa que tenho encontrado. Principalmente eu que sou aficcionado desde menino pela arte de todos
os aedos, rapsodos, bardos, vates, trovadores, menestréis, jograis, segréis, repentistas,
violeiros, cantadores e mambembes itinerantes com suas fórmix, kitharas, liras,
alaúdes, cistres, cordofones, citolas, cítaras, arcos, harpas, monocórdios, banjos,
bandolins, cavaquinhos, guitarras, violões e violas que faziam e fazem seus
ditirambos, cancioneiros, cantorias, desafios, repentes, emboladas, serenatas, saraus,
ou funções diversas e tertúlias, isso sem falar da admiração e fascínio que
tenho pela arte de Elomar, Xangai, Heraldo do Monte, Renato Teixeira, Amir
Sater, Rolando Boldrin, Vital Farias e de todos os violeiros que aprecio na
comunidade Violeiros do Brasil.
Sempre
tenho encontrado gente da melhor cepa artística na rede. Mas dessa vez, não foi
virtualmente que descobri, foi pessoalmente. Exatamente durante a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas que, por meio da minha amiga Aline Romariz,
tive a oportunidade de conhecer o trabalho da Iluminatta e do Portal do Poeta Brasileiro, como também o excelente talento de Teco Seade.
Teco
além de ser um sujeito da melhor qualidade humana e uma figura ímpar de
dignidade, é um daqueles artistas que surpreendem, encantam e trazem no seu
canto e na sua música aquela essencial brasilidade poética capaz de envolver de
forma enfeitiçadamente fascinante a todos que presenciam sua performance. Nascido
em Campinas, é formado em Psicologia pela PucCamp e herdeiro da arte de
familiares pantaneiros. Na sua trajetória ele traz a iniciativa de ser o
responsável pelo desenvolvimento de projetos
culturais em bares com músicos, mágicos, mímicos, atores, comediantes e outros
artistas, um dos fundadores da Cooperativa dos Poetas, Escritores e Cartunistas,
um dos criadores da Mondongo Produções, ao lado de Alejandro Muniz
e Fábio Sampaio e, também, da Cooperativa
de Poetas, Escritores e Cartunistas de Campinas, do Espaço Cultural e Projeto
Cultural da Cachaçaria Tradicional. Entre os seus parceiros estão a Cia de
Teatro Sia Santa, o pintor impressionista Washington Maguetas
(o “Monet Brasileiro”), Zeza Amaral
(Prêmio Sharp em 1987), o jornalista Sérgio Di Paula,
o violeiro mato-grossense João Ormond, entre muitos outros artistas.
A
matéria-prima do trabalho de composição de Teco Seade vem da contemplação da
gente simples, da natureza, dos costumes, da poesia, das estradas, fortalecendo
assim as raízes do povo brasileiro. Essa, portanto, louvável e meritória de
aplausos de pé, destacando-se de sua lavra os projetos Viola Emprenhada e Palavra
Caipira.
A
esse talento indiscutivelmente de primeira linha e a esse cantador excelente,
trago a minha homenagem com um xote que fiz:
CANTADOR
A vida
passa em cada passo do caminho
Vou passarinho professando a minha fé
Vou bem cedinho pela estrada que se espalma
O Nordeste em minha alma
Nos catombos do trupé
Vou Severino percorrer légua tirana
Com toda aventura humana
No solado do meu pé.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
Vou com meu canto em cada canto lado a lado
Vou com cuidado afinando o meu gogó
Sem ter espanto, todo só de luz armado
Tino aceso e aprumado
Evitando um quiprocó.
Vou confiante, entre o céu e a terra, a ponte
No destino do horizonte
Vou bater até no sol.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
Digo bem alto e minha crença toma abrigo
Sem ter asilo na redoma do mundão
Sigo o sermão no rumo a rota do estradeiro
Assuntando o paradeiro
Na melhor entonação.
Passo nos peitos a ficar comendo orvalho
Se cantar é o meu trabalho
Deus me dê toda canção.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
Vou passarinho professando a minha fé
Vou bem cedinho pela estrada que se espalma
O Nordeste em minha alma
Nos catombos do trupé
Vou Severino percorrer légua tirana
Com toda aventura humana
No solado do meu pé.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
Vou com meu canto em cada canto lado a lado
Vou com cuidado afinando o meu gogó
Sem ter espanto, todo só de luz armado
Tino aceso e aprumado
Evitando um quiprocó.
Vou confiante, entre o céu e a terra, a ponte
No destino do horizonte
Vou bater até no sol.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
Digo bem alto e minha crença toma abrigo
Sem ter asilo na redoma do mundão
Sigo o sermão no rumo a rota do estradeiro
Assuntando o paradeiro
Na melhor entonação.
Passo nos peitos a ficar comendo orvalho
Se cantar é o meu trabalho
Deus me dê toda canção.
Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.
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Sexta-feira, Dezembro 09, 2011
PALAVRA MÍNIMA – JÚLIO UÇÁ & LUCIANO JOSÉ
PALAVRA
MÍNIMA - O projeto Palavra Mínima
tem o objetivo de criar mais um espaço para veiculação da arte produzida em
Alagoas. Trata-se de um empreendimento cultural consistente que acontecerá
sempre às sextas, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, no formato de um
espetáculo musical impregnado de literatura, que mostra a sintonia entre a palavra cantada – da música dos compositores
e intérpretes – e os textos dos diversos autores alagoanos, buscando, assim,
unir duas expressões, como produção única.
JÚLIO UÇÁ - O cantor Júlio Uçá iniciou a carreira musical na sua cidade
natal, Palmeira dos Índios/AL, através de movimentos religiosos. Aos 17 anos se
mudou para Maceió com o objetivo de terminar seus estudos, onde se formou no
curso de Hotelaria. Mas, como a música sempre foi seu maior dom, Júlio encarou
o desafio de compor e divulgar a música alagoana se profissionalizando em 2003.
Neste mesmo ano, estreou pela primeira vez no cenário regional com a música
“Moreninha”, de autoria própria, no Festival de Música do Sesc (Femusesc),
conseguindo conquistar sua classificação para a fase final do concurso. A
partir daí o reconhecimento foi imediato. Com a repercussão do festival, Júlio
participou de vários projetos, entre eles o Projeto Jaraguá Cultura e Negócios,
em Maceió, 2003, Feira da Música, realizada em Fortaleza, 2006, Projeto
Circulação Sesc Música Alagoana, 2008, e o Projeto Misa Acústico, em Maceió,
2008. Júlio participou de mais três edições do Femusesc, mas foi em 2008 que
venceu o festival com a música “Cabelo de Mola”, seu maior sucesso, levando o
nome de Alagoas para o evento nacional do Sesc, o Festival de Música Cidade
Canção (Femucic), ocorrido em Maringá/ PR, no mesmo ano. Com influências de
Zeca Baleiro, Chico César, Caetano Veloso e Adriana Calcanhoto, Júlio Uçá
compõe suas músicas, caracterizadas como MPB contemporâneo e prevê lançar o
primeiro CD, denominado como “Selva”, no mês de dezembro deste ano. Júlio
promete um disco com uma pegada suave da MPB, requintes de elementos
eletrônicos e muito humor. Agora é aguardar o lançamento para conferir seu novo
repertório.
LUCIANO JOSÉ - O poeta alagoano Luciano José Barbosa da Rocha é formado em
filosofia pela Universidade Federal de Alagoas, professor da Universidade
Estadual de Alagoas (Uneal - Campus III), Palmeiras dos Índios e já publicou os
livros de poesia: Imtromissão do Poema (2006) e Grãos de Versos (2007),
V(e)ia Poética (2009) e Conta-Gotas (2011).
SERVIÇO: Projeto Palavra
Mínima, com Júlio Uçá e Luciano José (Participação
especial: Cosme Rogério e Larissa Perdigão) Sexta, 09 de dezembro, às 20 horas No
Espaço Cultural Linda Mascarenhas Ingressos: R$20,00 (preço promocional de
R$10,00)
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Sexta-feira, Novembro 25, 2011
PALAVRA MÍNIMA: LUIZ ALBERTO MACHADO & FATIMA MAIA
PALAVRA MÍNIMA - O projeto Palavra Mínima traz a música de Luiz Alberto Machado e a poesia de Fátima Maia, no dia
02 de dezembro, a partir das 20hs, no Teatro Linda Mascarenhas.
LUIZ ALBERTO MACHADO – O
escritor, compositor e radialista Luiz Alberto Machado é editor do Guia de
Poesia do Projeto SobreSites do Rio de Janeiro, membro da Cooperativa da Música
Alagoana (Comusa) e cônsul em Alagoas do Poetas del Mundo. É autor de 6 livros
de poesias, 8 infantis, 2 de crônicas e de diversas músicas gravadas por novos
nomes da música brasileira, inclusive foi premiado com sua música Desejo no
FEMI-2010, no Japão, gravada pela cantora Sonia Mello. Está em cartaz com seu
espetáculo infantil Nitolino no Reino Encantado de Todas as Coisas e com
temporada do show poético musical Tataritaritatá – Vamos aprumar a conversa -,
com a sua banda e apresentações solo. Seu trabalho está reunido na sua home page
www.luizalbertomachado.com.br.
FATIMA MAIA – A
escritora, compositora e poeta Fátima Maia, é autora da música tema do programa
infantil Caralâmpia (TV e Rádio Educativa local), dos livros e CDs: Criar e Recrear,
gravado pelo Quinteto Violado, indicado ao premio Sharp de música, e da História de
Tatibitati, gravado pelo SESC/AL. Ela foi finalista dos festivais,
Canta Nordeste e MPB SESC/PB com as músicas Colibris, Lua Luana e Passarinhos.
Fátima Maia se apresenta agora trazendo seus poemas para o público do Projeto
Palavra Mínima.
SERVIÇO: PROJETO PALAVRA MÍNIMA –
LUIZ ALBERTO MACHADO & FATIMA MAIA
Quando: dia 02 de dezembro, a
partir das 20hs
Onde: Espaço Cultural Linda
Mascarenhas.
Realização: Comusa & IZP.
Informações: 82 8845.4611 /
9606.4436
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Sexta-feira, Novembro 18, 2011
MOMENTO LAM NO DOMINGO ROMÂNTICO DA RADIO CIDADE
Foto: Diogo Braz/IZP
MOMENTO LAM NO DOMINGO ROMÂNTICO- Todos os domingos, a partir das 10hs (horário de Brasília), acontece o programa Domingo Romântico na Radio Cidade FM 87,9 – Campos Gerais – MG, comandado pela poeta e radialista Meimei Correa. Nesse programa, além de muita música e poesia, também tem espaço para o meu momento poético, Crônica de amor por ela, veiculado sempre a partir das 11hs no referido programa. Para conferir basta acessar aos domingos a partir das 10hs (horário de Brasilia) www.radiocidadefmcg.com.br.
SERVIÇO: Momento LAM: Crônica de amor por ela no Programa Domingo Romântico
QUANDO: Todos os domingos, das 10 às 14hs.
ONDE: Radio Cidade FM 87,9 – Campos Gerais – MG ou acessando www.radiocidadefmcg.com.br
Veja mais sobre o programa Domingo Romântico e Crônica de amor por ela.
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Segunda-feira, Novembro 14, 2011
PALAVRA MÍNIMA: EZRA MATTIVI & OTÁVIO CABRAL
EZRA MATTIVI - Nasceu em Novo Hamburgo no Rio Grande do Sul e começou a tocar violão
aos doze anos. Integrou grupos de canto coral da sua cidade. Educadora musical.
Reside em Maceió desde 2000. Participou do FEMUSESC em 2003 classificando duas
composições que são parte integrante do CD desse festival. Obteve classificação
no Projeto Alagoas em Cena em 2003. Participou da gravação do CD Raízes do compositor
Naldinho. Neste mesmo ano ingressou no curso de música licenciatura da UFAL. Como
integrante do grupo Vestindo a Carapuça obteve classificação no FEMUSESC 2004,
o qual recebeu como premiação a participação no FEMUCIC de 2004 em Maringá –
PR. Suas composições trazem poesia nas letras, suavidade nas melodias e
harmonias que fazem referência à vida, ao amor e à natureza. Baladas, sambas,
bossas, baiões, milongas, funks, estão presentes no seu trabalho.
OTÁVIO CABRAL – Natural do município de
Pilar, Alagoas, o escritor Otávio Cabral é ator e professor de Literatura
Dramática na Universidade Federal de Alagoas. O escritor publicou a peça
teatral Olho D’água da Vida, em parceria com Carlos Henrique Falcão Tavares. Entre
suas publicações acadêmicas constam os títulos O Negro e a Construção do
Carnaval no Nordeste (organizada em parceria com Luiz Sávio de Almeida e Zezito
Araújo), Comeram Dom Péro Fernão de Sardinha: uma visitação épico-brechtiana, e
Sinfonia inacabada do amor ameno: algumas reflexões críticas em torno de Meu amigo
Marcel Proust – Romance, organizada com Belmira Magalhães. Suas poesias podem
ser conferidas em publicações como a coletânea Artesanias da Palavra e o livro
Concerto em Dor Maior para Choro e Orquestra.
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